Category: Nutrição

Hábitos alimentares dos pais influenciam os filhos e tem relação com prevenção e causa da obesidade infantil

mae-oferece-legumes-filhaVocê sabia que uma das maiores causas da Obesidade Infantil é a má influencia dos pais em relação aos hábitos alimentares?

A participação dos pais no crescimento e educação dos filhos é fundamental, inclusive em relação aos hábitos alimentares. Sabe-se que as crianças tem seus pais como maior exemplo e admiração, desta forma, eles gostam de copia-los em tudo, inclusive na escolha dos alimentos que vão ser consumidos. Portanto, cabe aos pais, influenciar positivamente na escolha dos alimentos de seus filhos logo depois do fim da amamentação.

Desta forma, é essencial que os pais tenham hábitos saudáveis, para que os filhos sejam contagiados com o equilíbrio, e não com os excessos, prevenindo assim, a obesidade.

No entanto, as crianças costumam ser resistentes em relação a alguns alimentos, principalmente frutas e verduras. Nesses casos, os responsáveis devem ter paciência em oferecer o alimentos repedidas vezes, em diferentes formas de preparo para que a criança se acostume e aceite. Ter uma refeição em família, com todos consumindo o mesmo tipo de alimento, também serve como incentivo.

Dicas práticas para os pais:

– Evitar consumo de açúcar, fast-food, refrigerantes, gorduras e frituras;

– Familiarize as crianças com os alimentos, mostre à elas as frutas, as verduras, os legumes e ensine-os a diferenciá-los entre si;

– Faça pequenas receitas na presença deles. As crianças adoram participar e costumam aceitar os pratos em que o preparo contou com sua colaboração. Fazer salada de frutas junto aos seus filhos é uma ótima forma de incentivar o consumo de frutas, por exemplo;

– Adapte as receitas de uma forma mais saudável: em uma receita de bolo, por exemplo, troque o açúcar refinado pelo mascavo e 1 xícara de farinha branca por aveia refinada;

– Sopinhas de legumes e decorações divertidas nos pratos são uma ótima forma das crianças consumirem alimentos rejeitados.

Por Fernanda Tonelli, Nutricionista, parceira do Programa Pense Magro.

Obesidade

Evolução-Obesidade1. O que é?
Considerada um problema de saúde pública, a obesidade é uma doença multifatorial, causada pelo excesso de gordura corporal.

2. Quais são as causas?
A obesidade pode ser causada por desequilíbrio entre ingestão e gasto de calorias, sedentarismo, maus hábitos alimentares herdados dos pais, falta de programação das refeições, estilo de vida e genética.

3. Quais os fatores de risco para a saúde?
O obeso tem mais propensão a ter doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão arterial, disfunções hormonais, depressão e outros problemas psicológicos, problemas nas articulações, dificuldades respiratórias.

4. Quais as formas de tratamento?
O tratamento mais indicado para a obesidade envolve mudanças do estilo de vida: reeducação alimentar associada à pratica de atividade física diária e mudança comportamental (acompanhamento de equipe multidisciplinar composta por Médico, Nutricionista, Educador físico e Psicólogo).

Por Fernanda Tonelli, Nutricionista, parceira do Programa Pense Magro.

Grupos alimentares

grupos alimentaresHoje vamos esclarecer dúvidas sobre os alguns Grupos Alimentares.

Carboidratos: são os componentes dos alimentos, cuja principal função é fornecer energia para as células do corpo. Esse macronutriente deve estar presente em todas as refeições do dia, inclusive nos lanches, pois nas quantidades adequadas o carboidrato só contribui positivamente com o nosso organismo. A carência no consumo deste pode deixar o corpo sem energia, causando fraqueza e hipoglicemia. Quando em excesso, pode acarretar em aumento de peso.
Alimentos: arroz, batatas, massas, pães, frutas.

Proteínas: são os componentes dos alimentos necessários para a construção e manutenção de nossos órgãos, tecidos e células. Portanto, seu consumo diário, em quantidades ideais, é fundamental para o bom funcionamento do organismo. Lembrando que esse tipo de macronutriente em excesso pode sobrecarregar os órgãos internos, prejudicando a saúde.
Alimentos: carnes, leites e derivados, chia, linhaça dourada, soja.

Gorduras: as gorduras são nossas principais fontes de energia e ajudam na absorção das vitaminas A, D, E e K. As gorduras saturadas estão presente em alimentos de origem animal, como carne, toucinho, pele de frango, queijo, leite integral, manteiga, requeijão e iogurte – consumo deve ser moderado para prevenção de doenças cardiovasculares. Já a gordura trans é encontrada largamente em alimentos industrializados, que usam gorduras vegetais hidrogenadas na preparação, nosso organismo não tem necessidade desse tipo de gordura. A gordura poliinsaturada tem a característica de diminuir o colesterol e pode sem encontrada nos peixes de água fria, azeite de oliva, óleo de canola, girassol e soja, nozes, semente de abóbora. A gordura moinsaturada aumenta o “colesterol bom” (HDL) e diminui o “ruim” (LDL), e pode ser encontrada no azeite de olive, no abacate, amendoim, nozes, óleo de canola, amêndoas, castanha do Pará.

Fibras: a ingestão de fibras proporciona maior saciedade em relação aos alimentos em que ela não está presente, ajuda e regula o funcionamento do intestino, colabora para o controle da glicemia em diabéticos e do colesterol. É importante lembrar que o consumo das fibras deve estar associado à ingestão diária de no mínimo 2 litros de água, caso contrario, a fibra pode atrasar o transito intestinal devido ao ressecamento das fezes.
Alimentos: frutas, verduras, hortaliças, feijões, alimentos integrais. 

Sódio: mais conhecido como o sal de cozinha, o alto consumo deste, pode causar danos à saúde, elevando a pressão arterial, causando doenças cardiovasculares e renais. 
Alimentos: sal de cozinha, alimentos industrializados, temperos prontos (knnor, 
sazon, meu segredo…), refrigerantes.

Por Fernanda Tonelli, Nutricionista, parceira do Programa Pense Magro.

Ovo pode!

ovo de galinhaMuito já se falou sobre usar ou não usar o ovo na alimentação, se ele é benéfico ou se trás mais prejuízos que benefícios. Hoje, a Nutricionista Fernanda Tonelli, parceira do Programa Pense Magro, responde algumas perguntas sobre o assunto.

Pense Magro: Fernanda, por que o ovo se tornou um grande vilão há algum tempo ?
Fernanda: A presença de colesterol nesse alimento, já fez com que ele fosse o vilão das doenças cardiovasculares. Mas, como as pesquisas atuais comprovam, hoje sabemos que, além das causas da alteração do colesterol sanguíneo variar de acordo com cada organismo, mais de 70% do colesterol sanguíneo é produzido pelo fígado, portanto, a dieta contribui pouco – mas contribui – para o colesterol total encontrado no sangue.

Pense Magro: Você disse que a dieta contribui pouco, mas quando um médico verifica alterações negativas nas taxas de colesterol ele geralmente recomenda modificação alimentar. Por que? O colesterol produzido pelo fígado é influenciado indiretamente pela nossa alimentação?
Fernanda: Porque, quando em excesso, o colesterol pode também acumular-se nas paredes das artérias e contribuir para o desenvolvimento de doenças coronárias. E cuidando da alimentação você pode contribuir positivamente para que isso não aconteça. Dessa forma, podemos concluir sim, que o colesterol produzido pelo fígado é influenciado indiretamente pela nossa alimentação, já que quando em excesso, ambos trazem prejuízos à saúde e podem ser tratados com os alimentos.

Pense Magro: Que nutrientes bons para o organismo podemos obter ao utilizar o ovo na alimentação?
Fernanda: O ovo contém: proteínas de alto valor biológico, dentre eles o triptofano, que é precursor da serotonina – responsável pela sensação do prazer e bem-estar; ômega 3, ácido graxo com ação anti-inflamatória; colina, do complexo B, preserva neurônios, melhora a memória, capacidade de aprendizado e humor.

Pense Magro: Qual a recomendação de consumo diário ou semanal do ovo na alimentação?
Fernanda: O ovo pode ser consumido diariamente (em média, uma unidade por pessoa), por aqueles completamente saudáveis e sem qualquer tipo de restrição alimentar.

Pense Magro: E se eu tenho alguma restrição alimentar, e não posso usar o ovo, ou sou vegetariana restrita ou vegan, e optei por não utilizá-lo, como posso obter esses mesmos nutrientes em outros alimentos?
Fernanda: Vamos por partes, o triptofano pode ser encontrado em castanhas, soja, feijão, legumes, mel; a colina pode ser encontrada em levedura de cerveja, soja, aveia, vegetais verdes; e a espinafre, o brócolis, a alga marinha, o azeite de oliva, nozes, linhaça, são exemplos de alimentos fonte de ômega 3.

Pense Magro: Fernanda, você poderia deixar para nós alguma dica sobre como consumir o ovo de forma mais saudável?
Fernanda: o ovo cozido é o mais indicado para consumo, mas, hoje em dia, com as panelas não aderentes, não é necessário acrescentar óleo para o preparo do ovo mexido ou do estalado. Portanto, desde que o consumo seja feito sem óleo, tanto faz a forma de preparo.
Acho interessante o omelete colorido, principalmente como uma opção saudável e completa para o jantar.

receita omelete colorido fernanda

Detonando a dieta com alimentos pouco calóricos

comida japonesaO portal Vila Mulher publicou nesta segunda-feira uma matéria sobre alimentos que podem detonar a dieta. São eles:

Açaí – Apesar de ser rico em nutrientes (principalmente: cálcio, ferro, vitamina B1), o principal problema do açaí é a quantidade de calorias do alimento, são 248 calorias em 100 gramas. Os complementos na hora de consumi-lo também costumam tornar ainda mais calórica a fruta, dentre eles: granola, banana picada e leite condensado.

Granola – Este mix de cereais, frutas secas e castanhas leva fibras e vitaminas que dão saciedade e energia, mas também contém açúcar. 100 g de granola tem 421 calorias. Invista na versão diet/light da mistura.

Refrigerante zero – Os refrigerantes desse tipo não possuem calorias, mas um outro elemento do refrigerante causa preocupação nos especialistas: o adoçante. Quanto maior for o consumo de adoçantes, maior fica o desejo por doces.

Saladas temperadas – A saladinha costuma ser uma opção leve, mas aquelas temperadas com molhos prontos, azeite, queijos, azeitonas e croutons devem ser evitadas porque costumam carregar muitas calorias. Uma opção mais saudável é um prato de salada de folhas verdes, tomate, pepino e palmito, temperada com molho de iogurte desnatado e acompanhada de uma proteína mais leve, como o peito de frango ou peixe grelhado.

Comida japonesa – Um dos alimentos que as pessoas mais gostam da culinária japonesa é o sushi. Apesar de ser feito com alga, vegetais e frutos do mar, o alimento tem a base de arroz e, às vezes, recheios calóricos como o cream cheese. O sushi têm entre 20 e 45 calorias cada um, mas o problema é que come-se muitos de uma vez só.

Fonte: Vila Mulher

Da lista citada acima, podemos dizer que o refrigerante zero, as saladas e a comida japonesa, seriam, aparentemente inofensivos. Acontece que somos muito habilidosos em transformar alimentos inofensivos em vilões. Isso porque ou incrementamos demais o alimento, adicionando vários outros ingredientes que podem torná-los perigosíssimos para a dieta (como é o caso do açaí e da granola, que poderiam ser menos calóricos caso fossem menos incrementados), ou consumimos em excesso, afinal de contas “tem pouca caloria” mesmo! Não é assim?

Para não detonar a dieta com esses alimentos então, é necessário evitar essa incrementação e consumir moderadamente. Qualquer alimento saudável, nutritivo, e até mesmo com pouca caloria, em excesso não é bom.

Se sua dificuldade for grande em função de não possuir habilidades de autocontrole, procure auxílio psicológico profissional!

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Dieta para emagrecer e as atitudes radicais

Dieta-radicalAlguma vez você já tentou fazer dieta para emagrecer tomando alguma atitude radical?

Ser radical nem sempre é um problema, até mesmo quando se fala em dieta para emagrecer. Em alguns momentos precisamos ser realmente radicais. Por exemplo, quando tomamos a decisão de fazer uma reeducação alimentar, a menos que sejamos radicais e digamos a nós mesmos “a partir de hoje eu inicio minha reeducação alimentar”, ficaremos adiando esse dia. Tem gente, por exemplo, que possui hábitos alimentares danosos, como pular refeições ou comer a todo momento. Se estas pessoas não forem radicais em estabelecer que as refeições devem ser feitas adequadamente, elas ficarão se auto sabotando e consequentemente manterão os mesmo hábitos.

Talvez, aqui, radical esteja no sentido de determinado.

Contudo, existe uma espécie de radicalismo que é inadequada. Nosso corpo requer tempo para se adaptar a novos hábitos como os alimentares. E algumas pessoas costumam não respeitar esse tempo. Elas comem o tempo inteiro e só alimentos muito calóricos. De repente, num belo dia, resolvem não comer mais nada. Passam um ou dois dias sem comer para emagrecer. Esse tipo de radicalismo é nocivo. Isso porque ele vai contra os hábitos saudáveis e o respeito pelo próprio organismo.

Infelizmente parece que tendemos mais a esse segundo tipo de radicalismo. Todos os dias pessoas decidem fazer uma mudança radical, mas ao invés de mudar radicalmente de um mau hábito para um hábito bom, mudam radicalmente de um mau hábito para outro hábito ruim. O famoso trocar 6 por meia dúzia.

Aparentemente elas podem ter a sensação de emagrecer a curto prazo, mas a longo prazo esse tipo de atitude é insustentável e a pessoa volta a engordar, ou até mesmo pode desenvolver um transtorno alimentar.

Um estudo realizado na USP, com a participação de 1.167 adolescentes, e comentado pelo Dr Antonio Sproesser no site do R7, verificou que:

  • 12,2% dos participantes apresentam comportamentos de risco para transtornos alimentares
  • 31,9% tinham algum tipo de prática não saudável para controle do peso.
  • 72,5% dos adolescentes que apresentaram comportamento de risco para transtornos alimentares são mulheres.
  • Os comportamentos de risco são caracterizados por compulsão alimentar (10,3%), dieta restritiva (8,7%), uso de diuréticos (1,4%), uso de laxantes (0,3%) e vômito autoinduzido com o objetivo de emagrecer (0,3%).
  • A leitura de revistas sobre dieta para emagrecer aumentou em 2,87 vezes a chance de jovens apresentarem práticas não saudáveis para controle do peso.

O emagrecimento não deve ter como único objetivo a estética. A saúde precisa ser uma prioridade, e o emagrecimento saudável precisa iniciar na mente! Pense magro.

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Linhaça dourada

suco funcionalComposição:
A linhaça dourada é fonte de ácidos graxos ômega 3 e ômega 6, minerais, vitaminas e fibras, além de um composto chamado lignana.

Benefícios:
– A linhaça é a fonte mais rica de lignana, composto que pode atuar na prevenção do câncer de mama e ajudar a prevenir os sintomas da menopausa;
– As fibras regulam o intestino, pois desempenham papel importante no trânsito intestinal, aumentando o bolo fecal. Ajudam a normalizar os índices de colesterol e glicose sanguínea e previnem o câncer de cólon.
– Contém gordura antioxidante (omega 3 e 6) e previne doenças cardiovasculares.

Dicas de consumo:
Assim como a chia, a linhaça pode ser consumida com frutas, vitaminas, sucos, iogurtes, saladas, arroz.

Receita – Suco funcional:

  • 1 copo (200 ml) de suco de abacaxi (3 fatias)
  • 2 folhas de hortelã
  • 1 pitada de gengibre em pó
  • 1 colher de sobremesa de semente de linhaça.

Bater todos os ingredientes no liquidificador, exceto linhaça, que deve ser acrescida somente depois do suco batido. Consumir imediatamente.

Por Fernanda Tonelli, Nutricionista, parceira do Programa Pense Magro.

Chia

mousse de chiaComposição: ômega 3, cálcio, proteína, ferro, potássio.

Benefícios:

  • Pelo fato de conter ômega 3, é anti-inflamatória;
  • Além de regular o trânsito intestinal, como todas as fibras, a chia causa saciedade porque quando em contato com água, as fibras formam um gel no estômago, fazendo com que a digestão fique mais lenta, assim o indivíduo fica satisfeito rapidamente e por mais tempo – motivo pelo qual a semente é aliada do emagrecimento. As fibras também podem colaborar na prevenção e tratamento de diabetes e dislipidemias;
  • Contém proteínas de ótima qualidade, o que faz com que a chia seja uma ótima opção para os vegetarianos.

Dicas de consumo: a chia pode ser consumida com iogurtes, frutas, acrescida em vitaminas e sucos naturais, temperos para saladas.

Receita – Mousse de ricota com chia (foto):

  • Coloque 3 colheres (sopa) de semente de chia para hidratar na água durante 30 minutos.
  • Aqueça bem 200 mililitros de leite desnatado com mel.
  • Em seguida, acrescente 2 envelopes de gelatina sem sabor e mexa até dissolver.
  • Leve a mistura ao liquidificador e bata com 200 gramas de ricota.
  • Em uma tigela, incorpore essa mistura às sementes de chia hidratadas. Mexa bem.
  • Em uma fôrma de pudim, alterne camadas de mousse de chia e pedaços de frutas.
  • Depois, deixe na geladeira por 30 minutos.
  • Decore com frutas.

Por Fernanda Tonelli, Nutricionista, parceira do Programa Pense Magro.

 

Reeducação alimentar orientada por um Nutricionista

AlimentaçãoReeducação alimentar

O que a difere das dietas é que, na reeducação alimentar ocorrem mudanças graduais dos alimentos consumidos. O papel do Nutricionista nesse tipo de tratamento é ajudar o indivíduo a se reeducar, a se reprogramar de tal forma que não seja drástico para o organismo.

Um pouco de tudo, com moderação

Um dos lemas que mais gosto de usar, em se tratando desse assunto é: “Com moderação nada é proibido”. Lembre-se de que nosso organismo foi programado para receber de tudo um pouco, então a alimentação precisa ser completa para satisfazê-lo.

Ao procurar um Nutricionista para orientá-lo nesta modificação de hábitos alimentares, o profissional montará um plano alimentar balanceado de acordo com suas necessidades particulares e fará as mudanças de forma gradual. A cada novo encontro, uma nova pequena mudança para que, assim, seu tratamento ganhe força e você tenha resultados positivos.

Fernanda Tonelli

 

Por Fernanda Tonelli, Nutricionista Clínica e Escolar, Pós-graduada em Obesidade e Emagrecimento.

Fernanda atende em Joinville desde 2012 e é parceira do Programa Pense Magro.

Por que procurar um nutricionista?

nutricionistaDecidiu emagrecer? Já pensou em procurar um Nutricionista?

Um dos papéis do Nutricionista é mostrar para a população que a alimentação é fundamental para a promoção, manutenção e recuperação da saúde. E quem deseja emagrecer não deve perder de vista a manutenção da saúde.

Como trabalha o Nutricionista Clínico?

O Nutricionista Clínico avalia cada paciente, desde seus dados pessoais e histórico familiar de doenças, até seus hábitos alimentares habituais, incluindo aversões e preferências alimentares, e dados antropométricos (peso, altura, medidas). Essas informações são necessárias para cálculo e montagem do cardápio, onde o Nutricionista, de forma saudável e saborosa, procura favorecer a melhora os hábitos alimentares do paciente de acordo com suas particularidades.

É importante ressaltar que, os cardápios calculados por esse profissional da saúde, atende todas as necessidades do ser humano em relação aos nutrientes necessários para uma alimentação saudável, fazendo com que a perda de peso, ou qualquer que seja o objetivo com o tratamento, seja alcançada em um ritmo normal e aconselhável para a manutenção da saúde e do bem-estar.

Fernanda Tonelli

 

 Por Fernanda Tonelli, Nutricionista Clínica e Escolar, Pós-graduada em Obesidade e Emagrecimento.

Fernanda atende em Joinville desde 2012 e é parceira do Programa Pense Magro.